Autenticidade

Como ser quem você realmente é no trabalho?

Estudos recentes apontam que ter diversidade no ambiente de trabalho é um fator importante para uma melhor cultura organizacional. Assim, para promover a diversidade de "jeitos de ser", nós, colaboradores, devemos ser quem realmente somos no trabalho.

É claro que fica a dúvida: sermos quem realmente somos no trabalho é positivo? Especialistas da área são divididos em relação à pergunta acima, e a maioria indica que isso varia caso a caso e que diferentes fatores devem ser considerados.

Porém, quando esse assunto começa a nos incomodar e dificultar o relacionamento com nossos colegas ou gestores, seja por motivos de afinidade, personalidade ou orientações pessoais, é preciso tomar ações para não deixar que isso influencie negativamente nossas experiências.

Ser um colaborador autêntico no trabalho é ter a certeza de que nós não estaremos sendo quem não desejamos ser, e evitando o desgaste de tentar construir uma imagem para os outros a todo momento. Assim, é importante fazermos algumas reflexões antes de tomar ações:

  1. Tenha consciência da situação: Busque entender o que está acontecendo de fato e porque você não se sente confortável em ser você mesma(o). Tente ter consciência do que você tem ocultado das pessoas.
  2. Esteja confortável com quem você é: O que você tem omitido do seu jeito de ser é algo realmente importante pra você? Caso sim, sinta-se confortável com isso, é hora de pensar em como externalizar isso.
  3. Seja você mesma(o) aos poucos: Comece, aos pouquinhos, a agir naturalmente da forma como você é de verdade, sem mudanças drásticas. Dessa forma, as pessoas vão começar a perceber e aceitar com naturalidade o seu jeito de ser com o passar do tempo.
  4. Entenda as fronteiras de uma relação profissional: É preciso, contudo, compreender o contexto no qual o seu ambiente de trabalho está inserido, evitando, dessa forma, algumas ações que não sejam apropriadas ao ambiente e à Cultura da sua empresa.
  5. Lide com as diferenças de uma forma positiva: As pessoas são diferentes e podem ter gostos, preferências e personalidades distintas. Por isso, devemos respeitar o direito delas serem assim, assim como queremos que respeitem o nosso direito de sermos quem somos.

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